terça-feira, 16 de setembro de 2008

Somos brasileiros, não desistimos nunca

Hoje (16) foi anunciado que o filme "Ultima parada 174" concorrerá a uma vaga para concorrer ao Oscar (redundante, mas é isso mesmo). O filme dirigido por Bruno Barreto conta a história de Sandro Barbosa do Nascimento, sobrevivente da chacina da Candelária em 1993 no Rio de Janeiro, e que 7 anos depois sequestra um ônibus.
“O filme é história, a construção e a trajetória de como um menino meigo, comum se torna o inimigo público número 1”, explicou Barreto. “É também a história de uma mãe que o adotou como filho. O que me interessou mais foi o drama humano e não o episódio violento que ele se torna no final”.
Enfim, o Brasil continua tentando tarzer para casa um Oscar, o que concerteza é muito difícil de acontecer. Mas o que realmente me chama a atenção é que mais uma vez o cinema brasileiro produz um filme que mostra os problemas sociais deste país. Chega de mostrar o lado ruim do Brasil, o povo brasileiro é quem gosta de ver a desgraça dos outros e não os criticos de cinema que avaliam o trabalho dos concorrentes ao maior premio de cinema do mundo. Que fique claro que gosto dos filmes brasileiros, mas está na hora de mudar alguns conceitos.
Sendo que ainda não sou um cineasta e sou apenas um blogueiro, nos resta desejar sorte ao Bruno Barreto.

2 comentários:

  1. Me parece que além do lado ruim, o cinema brasileiro em geral mostra o lado real do Brasil, a parte que atinge a maior parte do país e engloba a maioria do povo. Um filme além de concorrer ao Oscar, deve servir como meio de protesto, comunicação, opinião; se ele só mostrar a praia de Copacabana, as belezas naturais do vasto território verde, ou quem sabe o belo povo receptivo e caloroso, será ótimo, mas vai servir mais como um documentário parcial e contraditório. O que não agradaria muita gente, quem dirá os jurados do Oscar. x)

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  2. "parte que atinge a maior parte do país e engloba a maioria do povo."
    essa foi a frase mais redundante que eu já escrevi. ahuaha
    Luci

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oi, sinta-se em casa! (mesmo não estando)